Texto 1

Bom, começamos com um luto, terrível e desconfortável. Algo que não esperamos, e arrasador é a morte de alguém. E é tão triste que de fato é um dos poucos momento que nos solidarizamos com as pessoas, passamos a tentar consolar, dizer coisas bonitas  e até mesmo falamos do falecido como se conhecêssemos. Loucura  é que os próximos não se dão conta que as vezes o que falamos não condiz de fato com a pessoa morta, mas no momento de dor vale qualquer  consolo.

Bom a verdade é que em momentos de luto nos comportamos de uma outra forma nos ajustamos para aquele momento. Bom talvez é por isso que a Hannah pede na primeira fita para não regular o volume ou não estranhar, afinal não é para agir de outra forma e sim estar como somos , para receber aquele incomodo de não sermos capazes de evitar a morte ainda mais de alguém jovem.

Recentemente eu tive essa experiência, de principio fui como muitos vão a um enterro preparado para consolar ou ajudar alguém, mas ver alguém jovem morrer de causas trágicas da uma impotência e ao mesmo tempo a culpa de ter feito pouco por aquela pessoa. E ver que a minha negligencia pode ter empurrado um pouco mais aquela pessoa para o caixão. No final o resultado foi devastador deixei 
de me regular e senti um turbilhão de coisas ao mesmo tempo, precisei me recuperar.

Posteriormente ao longo do episodio Clay recebe as fitas e começa a “epopeia” de escutar cada uma individualmente, bom a primeira é sobre Steve. A principio pode pensar que se trata apenas daqueles casos de vazamento de fotos, pessoas rindo ou espalhando boatos sobre o assunto. Bom pra mim esse episodio vai além, primeiramente temos nas nossas caras algo que passa despercebido, algo de relance que é comentado sobre um sorriso.

Talvez um sorriso malicioso ou não, mas a verdade é que uma das coisas que as pessoas mais reparam são sorrisos e aquele verdadeiro é os que mais conquistam , causam empatia e confiança. Bom não foi surpresa o envolvimento que vem em seguida, porem é o que fazemos depois dos sorrisos que a série faz questão de apresenta. Depois da conquista e de uma noite agradável. Vemos Steve se gabando de conquistador (coisa natural de um homem, infelizmente)e então o fatídico acontecimento uma foto errada, constrói um ideia errada.

Nesse momento pude observar que com sorrisos podemos obter muitas coisas dês de um sorriso em resposta como ate mesmo a confiança por completo de alguém. Assim que começam as amizades normalmente, porem não foi o caso e curiosamente o sorriso foi além um beijo, que de principio foi sincero e doce, mas depois se tornou objeto de uma “conquista”. Uma conquista idiota que construímos na sociedade afinal para muitos o homem tem que ser o garanhão, e se não consegue é um “perdedor”.

Infantil né, porém é a mais pura verdade. E como o ápice de virilidade precisa se exibido ao mundo a grande conquista, porem sem pensar nas consequências ou as histórias que podem ser geradas. 
Infelizmente isso não se aplica só ao universo masculino, além de não se aplicar a momentos de relacionamento. Muitas das vezes os sorrisos são outros  e as recompensas outras. Depois largamos o próximo, além de mostrarmos o que obtivemos, como um troféu sem pesar como o outro estava ou reagiu aquilo tudo.

Quais são os nossos sorrisos ? O que temos feito depois deles?







É HORA DE FALAR SOBRE ISSO

Talvez seria clichê falar sobre 13 Reasons Why, afinal a série do momento e que todos estão amando mas não vim aqui só pra fazer um critica da série. Vim aqui registrar as minhas observações talvez depressivas de uma sociedade doente.

Tenho conversado muito com os meus amigos sobre essa série afinal todos estão falando sobre. Porém o que tenho escutado são apenas impressões do tipo “ Nossa é muito boa”, “Nossa é muito triste”  entre outras coisas do tipo. Digo que eu mesmo fiz esses comentários, porem tenho realizado uma experiência que me tem feito um mal e um bem ao mesmo tempo. Me propus a assistir um episódio por dia assim como o Protagonista escuta as fitas na série.

Para mim algo inédito, assistir uma série apenas um episódio por dia, porém poderoso. Escutei varias observações sobre não conseguir parar de assistir ou virar a noite vendo todos o capítulos desta tragédia. Parei pra pensar e me questionei, por que ver algo tão depressivo assim tão rápido?

Sei que existem pessoas que não possuem estrutura emocional para aguentarem o rojão que a série propõe. Mas uma grande maioria das pessoas que falaram que a série e boa  e que fizeram maratona para ver, expressaram com um sorriso no rosto . Bom, não quero julgar quem fez isso porem, não é algo que se possa falar sorrindo. 

Então mais uma vez me questionei sobre a velocidade como as pessoas assistiram,  Cheguei a uma conclusão aterrorizante, posso estar talvez errado, cada pessoa que assiste tem uma metáfora com um dos treze personagens na série. Desconfortável não? Posso ate imaginar as caras de algumas pessoas falando que não se negando, mas pare e pense na sua vida. Não quero apontar dedo na cara de ninguém até  porque me incluo nisso.

Talvez uma das coisas que mais temos feito é ser um porque na vida de alguém. Quando confrontados com nossos espelhos no mundo do entretenimento, ficamos comovidos e depois passa batido com um simples “é muito boa a série”. Dói né? Pensar que podemos estar matando alguém, ou que alguém pode estar sofrendo e não estamos fazendo nada.

A verdade é que somos desagradáveis, o ser humano é desagradável.  Essa série basicamente aponta o dedo para todos, e mostra a realidade de uma sociedade que não tem perdão com o próximo.  Pode ser que esse seja o principal foco da série mostrar o quanto o ser humano pode ser e por traz do foco sobre bullying o sub texto que percebemos e optamos ignorar é esse. É possível observar que a cada episódio cada tema abordado vemos atitudes comuns a muitas pessoas , coisas referentes a uma coletividade e que muitas vezes  sabemos que existem mas assim como na série só queremos para o próximo ate que tudo acabe.


Bom eu fui o próximo que recebeu esse recado e resolvi sair da caixinha, pensar além do que eu ser humano sou e a cada segundo do seriado visto diariamente parei pra refletir e escrever meus  treze textos.  Eu sei está longo mas por favor segue comigo esse pensamento nas próximas postagens.
O que os curtas nos permitem sentir é indescritível. Em tão pouco tempo, consegue-se extrair diversas emoções que muitos filmes nem chegam perto. Listarei aqui,portanto, meus favoritos. Muitos deles possuem minha preferência por terem sido assistidos na infância e em fases marcantes da vida.

1. Para este curta eu não tenho nenhuma análise ou significado profundo. A história simplesmente me diverte de forma inexplicável. A única observação que faço é para o tamanho divertimento que o velhinho tem consigo mesmo. Quem teve uma infância um tanto quanto solitária irá, com certeza, se identificar. Eu,por exemplo, passei muitas horas inventando conversas e discussões onde eu interpretava vários papéis: emissor E receptor. 
   Meu primeiro contato com a animação foi na fita cassete de Vida de Insetos, onde me apaixonei a primeira vista. 



2. Mais um da Pixar? SIM SENHOR. Vencedor do Oscar de 2017 de melhor curta animado, Piper tem um  enredo bem simples e é um deleite para o olhos. Fiquei impressionada com a verossimilhança dos pelos do pássaro, além da própria paisagem e história muito bem humorada (e bonitinha que dói,gente. ai que fofura.)





3. Todos esses curtas tem relação com a minha vida pessoal. A arte não é uma via de mão única,correto? Precisa-se do apreciador para esta se concretizar como "arte" em si. Além disso, minha concepção de arte é a capacidade de se resumir o pensamento com maestria, seja por meio de filmes,curtas,quadros,esculturas(se pensar assim, arte é algo muito dificil de se fazer), portanto a terceira posição fica para Alarm. Traduz,perfeitamente, o que uma pessoa péssima em acordar vive diariamente.

4. AGORA É CURTA BRASILEIRO. A Ilha é um dos mais engraçados que já assisti. Como no primeiro, não possuo nenhuma análise: é puro entreterimento.


5. Pearl é o curta animado indicado ao Oscar 2017, porém perdeu para Piper. O sua peculiaridade é a visão em 360 que ele permite e,garanto, isso faz muita diferença quando assitido. A história me tocou bastante, de modo que trata da evolução do relacionamento de pai e filha criando um ambiente extremamente nostálgico (nostálgia é comigo mesmo.)

BÔNUS:  

Já que estamos falando sobre relacionamentos, Escolhas da vida merece participação. Nesse maravilhoso curta, o sentimento de preenchimento e mudança por meio de quem amamos é abordado de forma muito sincera e verídica.(dá aquele quentinho no coração,sabe?)













Resumão: Lee Chandler (Casey Affleck) é forçado a retornar para sua cidade natal com o objetivo de tomar conta de seu sobrinho adolescente após o pai (Kyle Chandler) do rapaz, seu irmão, falecer precocemente. Este retorno ficará ainda mais complicado quando Lee precisar enfrentar as razões que o fizeram ir embora e deixar sua família para trás, anos antes.

"Eu não consigo superar". Frase que melhor resume o estado mental do protagonista Lee Chandler, interpretado pelo irmão mais novo de Been Affleck: Casey Affleck (sabia que eu conhecia essa cara de cachorro sem dono de algum lugar). O início do longa nos revela muito pouco sobre o decorrer da vida de Lee para sabermos o motivo de sua tristeza. Consegue-se perceber o esforço absurdo do personagem para seguir em frente encontrando,entretanto, apenas frustração. O esforço a qual me refiro é o psicológico, uma vez que Lee tem uma vida normal e "suficiente" trabalhando como faz-tudo em alguns predios, porém seu estado mental está completamente abalado, transbordando em seu olhar triste, pesado e decadente.

Casey consegue transmitir com louvor um homem contido em sua emoção que leva a vida de uma forma extremamente pesada, descontando a carga em brigas de bar e xingamentos sem sentido.
Patty, seu sobrinho, interpretado por Lucas Hedges, tem uma atuação muito peculiar deixando seu personagem com um ar doce e maduro ao mesmo tempo. Um adolescente forte, que lida com a precoce perda do pai de uma forma inesperada, de modo que estava esperando confusões propositais no colégio, drogas,bebedeiras e promiscuidade. É fácil de simpatizar.


O filme se constrói com o tempo presente e flashbacks do passado feliz de Lee com toda a sua família e, com o desenrolar da trama, descobre-se o motivo de sua profunda tristeza. A ESPETACULAR trilha sonora auxilia em trasmitir essa melancolia para o telespectador, com muitas faixas conhecidas, ainda mais pelos apreciadores de música clássica. (Tem no Spotify e nesse blog maravilhoso >> http://www.musicontherun.net/2017/01/trilha-sonora-manchester-a-beira-mar-lesley-barber.html)


Para mim, o oscar de melhor ator para Cassey foi super justo. Lee tem uma personalidade reclusa onde não pretende demonstrar seus sentimentos, porém tudo em demasia sempre transborda nos olhos(os olhos são o espelho da alma,né não?), e falsificar isso em frente à câmera foi impressionante! Seu olhar refletia alguém que se arrastava por toda e qualquer situação da vida, onde tudo era pesado e complicado, uma sensação de desconforto reprimido à quatro paredes.

Esse seu estado psíquico me fez lembrar das pinturas de Edward Munch, particularmente seu auto retrato e "o Grito". A primeira pintura remete a um homem encomodado, com um olhar questionador, como se tivesse tido a suspeita de uma assombração. Já na segunda, o personagem retratado explode e transmite abertamente seus sentimentos. Assim, na primeira parte do filme, Lee ainda é o homem do auto retrato, enquanto na segunda parte ele muda sua postura para o homem pintado por Munch.

   THAT'S ALL FOLKS.






                           Sem introdução. Vamos logo com isso:



6.   Viola Davis ganha na categoria Melhor Atriz coadjuvante

   A Rainha de How to Get Away with Murder, Deusa suprema de toda a sétima arte, ganha sua primeira estatueta por seu trabalho em Fences ao lado de Denzel Washington. Com um discurso poderoso, Viola aceitou o prêmio deixando todos os seus apreciadores emocionados.

  "As pessoas me perguntam: Que tipo de histórias você quer contar,Viola?
E eu digo: quero trazer à tona esses corpos, essas histórias...histórias de pessoas que sonham grande e nunca viram esses sonhos se consolidarem. De pessoas que se apaixonam, que perdem. Eu me tornei uma atriz, e graças a Deus que me tornei, por que nós somos a única profissão que celebra o que é viver uma vida. Isso vai para August Wilson que trouxe à tona e exaltou as pessoas comuns"

5. Emma Stone ganha na categoria Melhor Atriz 
 
A atriz levou a estatueta por seu trabalho em La La Land, depois de receber diversos outros prêmios como o Globo de Ouro. A atriz concorreu com Meryl Streep (Florence quem é essa Mulher?) Natalie Portman, Ruth Negga e Isabelle Huppert( que deveria ter ganho. Ainda tô chorando), por Elle

4. Jimmy Kimmel e os turistas

O apresentador reuniu um grupo de turistas para entrarem na cerimônia fazendo-os pensar que estavam prestes a ver uma exposição. Todos ficaram chocados ao adetrarem o salão e verem o grandioso evento. Ryan Gosling levantou e deu beijo, todo mundo tirou selfie, apertaram a mão de todo mundo da primeira fileira. Se tivessem feito isso comigo, eu pulava no colo da Meryl Streep e não saia nunca mais.

3. Jimmy Kimmel e Donald Trump

O Oscar sempre foi um evento politizado. Cada ano possui uma abordagem, e com a edição de 2017 não podia ser diferente.
O apresentador Jimmy Kimmel twitou para o presidente dos EUA diretamente de seu celular que foi exposto no telão, depois de perceber que já tinham se passado 2 horas de premiação e Trump não tinha se pronunciado. Em 5 minutos, o apresentador alcançou 100K de retweets.


2.  Carro de De volta para o futuro reaparece

O ator Michael J. Fox entrou com Seth Rogen no famoso Delorean. Seth ainda estava com as botas do filme. Momento nostálgico e muito feliz para os fãs da trilogia.


 1. ERA LA LA LAND. MAS AGORA É MOONLIGHT

 O furo da noite para a acadêmia. O assunto da semana para os mortais. A risada de 30 minutos dos expectadores. O momento eternizado nos corações cinéfilos.
 Anunciaram como vencedor de Melhor Filme La La Land. Todos ficaram emocionados. Diretor, atores e the crew subiram no palco e o discurso foi feito. De repente, um rebuliço inicia-se atrás e Jordan Horowitz vai ao microfone se pronunciar quanto ao erro: O real vencedor era Moonlight.
 Os envolopes foram trocados, de modo que o que estava escrito no primeiro era "Emma Stone- La La Land", ou seja, o prêmio anterior.








Uma temática repetitiva: "ah, mais um filme de superação ou mais um filme sobre racismo". Para quem não viu e só assistiu ao trailer, poderia pensar que seria mais do mesmo, porém Estrelas Além do Tempo ultrapassou a barreira da mediocridade e ficou nos holofotes ao ser indicado ao Oscar.

Concorrendo à melhor filme , Hidden Figures (Figuras Ocultas tradução livre), traz em seu foco narrativo a historia de três mulheres negras nos bastidores da NASA na década de 60. Logo pode-se remeter a temática de "Selma" ou "Crash"(recomendo ambos para serem vistos), porém a película vai além disso. 
Mais parecido com "Histórias Cruzadas", Estrelas Além do Tempo traz em seu roteiro uma narrativa leve, sem esteriótipos, mostrando realidades sem explorar as imagens. Nisso ele supera seu companheiro e antecessor, uma vez que não forçou ideias nas relações entre os personagens. O roteiro de forma sutil mostrou uma realidade muito sofrida pelos negros norte americanos, de forma espetacular. Um exemplo claro é uma cena dos  banheiros separados para as raças, assim como a dificuldade de promoção para negros.





Interessante destacar que mesmo sendo um filme baseado em fatos reais, a condução do diretor e do roteirista foi extremamente simples, com diálogos elaborados, momentos bem dosados tomados de drama e humor. Os personagens foram bem desenvolvidos, com motivações e emoções verossímeis , com destaque para Dorothy Vaughn uma das pioneiras na informatica da Nasa interpretada pela indicada ao Oscar e incrível Octavia Spencer, que trouxe muitos alívios cômicos à trama.


Vale também ressaltar o elenco de peso do filme que contou com Taraji P. Henson como a protagonista Katherine Johnson ,Janelle Monáe como Mary Jackson e para o meu espanto Jim Parsons (o Sheldon de “The Big Bang Theory”), que vive um cientista super sério e racista. 

O fato é que apesar de uma temática repetitiva, Estrelas Além do Tempo trata de forma bem humorada, e ao mesmo tempo dramática,  assuntos sempre necessários para catarse. Com uma direção muito bem realizada Theodore Melfi mostrou de forma dinâmica , muito superior a Histórias Cruzadas, o quão importante foram os papéis de três figuras ocultas na história da humanidade. Assim, muito justa a indicação à estatueta de melhor filme.


































Mais uma adaptação dos contos de Edgar Allan Poe para o cinema! Depois da aclamada série The Following, possuímos a mais nova abordagem de seus contos! Entretanto, dessa vez nos deparamos com uma animação que narra os principais contos do autor, assim como discute seu envolvimento com a morte.

Já foram lançadas diversas adaptações, principalmente de O Corvo. Uma delas é do famoso produtor/diretor Tim Burton, lançada em 1982 (https://www.youtube.com/watch?v=5s85a-fAwaI )
A abordagem aqui, entretanto, é diferenciada, umas vez que cada conto possui seu prório narrador, roteirista e estilo! Os amantes de desenho poderão apreciar diversos tipos de técnicas: modelo também utilizado na animação O Pequeno Príncipe (2015), que é um deleite para os olhos, como o stop motion, desenho,papel, etc. A trilha sonora também contribui para a apreciação da obra,além de narradores icônicos, tais como Christofer Lee, Bela Lugosi e Guilhermo Del Toro.

Além de expor os principais trabalhos do autor, como O coração Revelador, A queda da casa de Usher e O estranho caso do Senhor Waldemar; no intervalo de cada conto há uma singela pausa para debates entre A Morte e Edgar- sendo representado por um corvo- todos eles sobre como ela o fascína e numerosas tentativas de fazê-lo entrar em seu "abraço". Além disso, tais cenas remetem para alguns fatos da vida pessoal de Poe, como as mulheres que sua amiga morte levou. Pode-se reconhecer,por exemplo, o nome de Vírginia, sua esposa que morreu aos 24 anos de tuberculose e outras, como sua mãe e outras amantes.

São diálogos filosóficos travados em um cemitério que misturam a paixão do autor pela arte com o pensamento mórbido da vida. Logo que Edgar expressa o amor pelo seu trabalho, veio a minha cabeça o trecho "I am spelled by art"- Eu sou soletrado(feito) pela arte de To Miss Louise Olivia Hunter, que melhor transmite esse sentimento. Tais cenas ficam mais interessantes quando se sabe um pouco mais sobre vida do autor, assim consegue-se entender mais referências e tentar compreender seus sentimentos.

É tudo o que tenho a declarar de tal maravilhosa animação. Esta precisa ser vista e apreciada para melhor entender tamanha felicidade ao vê-la.



 
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