Sem introdução. Vamos logo com isso:



6.   Viola Davis ganha na categoria Melhor Atriz coadjuvante

   A Rainha de How to Get Away with Murder, Deusa suprema de toda a sétima arte, ganha sua primeira estatueta por seu trabalho em Fences ao lado de Denzel Washington. Com um discurso poderoso, Viola aceitou o prêmio deixando todos os seus apreciadores emocionados.

  "As pessoas me perguntam: Que tipo de histórias você quer contar,Viola?
E eu digo: quero trazer à tona esses corpos, essas histórias...histórias de pessoas que sonham grande e nunca viram esses sonhos se consolidarem. De pessoas que se apaixonam, que perdem. Eu me tornei uma atriz, e graças a Deus que me tornei, por que nós somos a única profissão que celebra o que é viver uma vida. Isso vai para August Wilson que trouxe à tona e exaltou as pessoas comuns"

5. Emma Stone ganha na categoria Melhor Atriz 
 
A atriz levou a estatueta por seu trabalho em La La Land, depois de receber diversos outros prêmios como o Globo de Ouro. A atriz concorreu com Meryl Streep (Florence quem é essa Mulher?) Natalie Portman, Ruth Negga e Isabelle Huppert( que deveria ter ganho. Ainda tô chorando), por Elle

4. Jimmy Kimmel e os turistas

O apresentador reuniu um grupo de turistas para entrarem na cerimônia fazendo-os pensar que estavam prestes a ver uma exposição. Todos ficaram chocados ao adetrarem o salão e verem o grandioso evento. Ryan Gosling levantou e deu beijo, todo mundo tirou selfie, apertaram a mão de todo mundo da primeira fileira. Se tivessem feito isso comigo, eu pulava no colo da Meryl Streep e não saia nunca mais.

3. Jimmy Kimmel e Donald Trump

O Oscar sempre foi um evento politizado. Cada ano possui uma abordagem, e com a edição de 2017 não podia ser diferente.
O apresentador Jimmy Kimmel twitou para o presidente dos EUA diretamente de seu celular que foi exposto no telão, depois de perceber que já tinham se passado 2 horas de premiação e Trump não tinha se pronunciado. Em 5 minutos, o apresentador alcançou 100K de retweets.


2.  Carro de De volta para o futuro reaparece

O ator Michael J. Fox entrou com Seth Rogen no famoso Delorean. Seth ainda estava com as botas do filme. Momento nostálgico e muito feliz para os fãs da trilogia.


 1. ERA LA LA LAND. MAS AGORA É MOONLIGHT

 O furo da noite para a acadêmia. O assunto da semana para os mortais. A risada de 30 minutos dos expectadores. O momento eternizado nos corações cinéfilos.
 Anunciaram como vencedor de Melhor Filme La La Land. Todos ficaram emocionados. Diretor, atores e the crew subiram no palco e o discurso foi feito. De repente, um rebuliço inicia-se atrás e Jordan Horowitz vai ao microfone se pronunciar quanto ao erro: O real vencedor era Moonlight.
 Os envolopes foram trocados, de modo que o que estava escrito no primeiro era "Emma Stone- La La Land", ou seja, o prêmio anterior.








Uma temática repetitiva: "ah, mais um filme de superação ou mais um filme sobre racismo". Para quem não viu e só assistiu ao trailer, poderia pensar que seria mais do mesmo, porém Estrelas Além do Tempo ultrapassou a barreira da mediocridade e ficou nos holofotes ao ser indicado ao Oscar.

Concorrendo à melhor filme , Hidden Figures (Figuras Ocultas tradução livre), traz em seu foco narrativo a historia de três mulheres negras nos bastidores da NASA na década de 60. Logo pode-se remeter a temática de "Selma" ou "Crash"(recomendo ambos para serem vistos), porém a película vai além disso. 
Mais parecido com "Histórias Cruzadas", Estrelas Além do Tempo traz em seu roteiro uma narrativa leve, sem esteriótipos, mostrando realidades sem explorar as imagens. Nisso ele supera seu companheiro e antecessor, uma vez que não forçou ideias nas relações entre os personagens. O roteiro de forma sutil mostrou uma realidade muito sofrida pelos negros norte americanos, de forma espetacular. Um exemplo claro é uma cena dos  banheiros separados para as raças, assim como a dificuldade de promoção para negros.





Interessante destacar que mesmo sendo um filme baseado em fatos reais, a condução do diretor e do roteirista foi extremamente simples, com diálogos elaborados, momentos bem dosados tomados de drama e humor. Os personagens foram bem desenvolvidos, com motivações e emoções verossímeis , com destaque para Dorothy Vaughn uma das pioneiras na informatica da Nasa interpretada pela indicada ao Oscar e incrível Octavia Spencer, que trouxe muitos alívios cômicos à trama.


Vale também ressaltar o elenco de peso do filme que contou com Taraji P. Henson como a protagonista Katherine Johnson ,Janelle Monáe como Mary Jackson e para o meu espanto Jim Parsons (o Sheldon de “The Big Bang Theory”), que vive um cientista super sério e racista. 

O fato é que apesar de uma temática repetitiva, Estrelas Além do Tempo trata de forma bem humorada, e ao mesmo tempo dramática,  assuntos sempre necessários para catarse. Com uma direção muito bem realizada Theodore Melfi mostrou de forma dinâmica , muito superior a Histórias Cruzadas, o quão importante foram os papéis de três figuras ocultas na história da humanidade. Assim, muito justa a indicação à estatueta de melhor filme.


































Mais uma adaptação dos contos de Edgar Allan Poe para o cinema! Depois da aclamada série The Following, possuímos a mais nova abordagem de seus contos! Entretanto, dessa vez nos deparamos com uma animação que narra os principais contos do autor, assim como discute seu envolvimento com a morte.

Já foram lançadas diversas adaptações, principalmente de O Corvo. Uma delas é do famoso produtor/diretor Tim Burton, lançada em 1982 (https://www.youtube.com/watch?v=5s85a-fAwaI )
A abordagem aqui, entretanto, é diferenciada, umas vez que cada conto possui seu prório narrador, roteirista e estilo! Os amantes de desenho poderão apreciar diversos tipos de técnicas: modelo também utilizado na animação O Pequeno Príncipe (2015), que é um deleite para os olhos, como o stop motion, desenho,papel, etc. A trilha sonora também contribui para a apreciação da obra,além de narradores icônicos, tais como Christofer Lee, Bela Lugosi e Guilhermo Del Toro.

Além de expor os principais trabalhos do autor, como O coração Revelador, A queda da casa de Usher e O estranho caso do Senhor Waldemar; no intervalo de cada conto há uma singela pausa para debates entre A Morte e Edgar- sendo representado por um corvo- todos eles sobre como ela o fascína e numerosas tentativas de fazê-lo entrar em seu "abraço". Além disso, tais cenas remetem para alguns fatos da vida pessoal de Poe, como as mulheres que sua amiga morte levou. Pode-se reconhecer,por exemplo, o nome de Vírginia, sua esposa que morreu aos 24 anos de tuberculose e outras, como sua mãe e outras amantes.

São diálogos filosóficos travados em um cemitério que misturam a paixão do autor pela arte com o pensamento mórbido da vida. Logo que Edgar expressa o amor pelo seu trabalho, veio a minha cabeça o trecho "I am spelled by art"- Eu sou soletrado(feito) pela arte de To Miss Louise Olivia Hunter, que melhor transmite esse sentimento. Tais cenas ficam mais interessantes quando se sabe um pouco mais sobre vida do autor, assim consegue-se entender mais referências e tentar compreender seus sentimentos.

É tudo o que tenho a declarar de tal maravilhosa animação. Esta precisa ser vista e apreciada para melhor entender tamanha felicidade ao vê-la.








Não é de hoje que a vida real inspira as produções cinematográficas originando  filmes biográficos dos mais variados, muito deles baseados Best Sellers como o caso de "O Lobo de Wall Street" ou com roteiros feitos do zero como "Spotlight - Segredos Revelados" . 

 O real causa tanta curiosidade e fascínio nas pessoas que recentemente passou a integrar a programação de séries. Cada dia que passa novas séries baseadas em fatos reais surgem. Assim foi idealizado "American Crime Story". Uma série com uma proposta ousada: trazer para as TV's as histórias por traz dos processos criminais mais famosos dos Estados Unidos.


Exatamente no foco da primeira temporada, constituída de 10 episódios de cerca de uma hora, vemos o famoso "julgamento do século": o  caso "The People v. OJ Simpson". Um crime de assassinato em que o principal suspeito foi a celebridade e ex jogador de futebol americano OJ Simpson. Acusado de matar sua ex-mulher, a estrela de alguns filmes na época foi protagonista da perseguição policial mais famosa dos anos 90. Interessante trazer esse feedback, pois a série resolve esses momentos logo nos primeiros episódios.

Também é possível observar que paralelo ao crime central tratado, o roteiro traz curiosidades de pessoas icônicas envolvidas, assim como tramas e debates passíveis de observação, como a relação dos advogados ou mesmo dos réus. American Crime Story não trata apenas de um crime e sim, de vidas humanas entrelaçadas por ele.


   Os verdadeiros promotores do caso.




Partindo da acusação a genialidade do roteiro, baseado no livro "The Run of His Life: The People v. O. J. Simpson", trás não apenas um dos julgamentos mais longos da história norte americana mas trata das histórias dos coadjuvantes, assim como seus dilemas. Como a promotora Marcia Clark, que foi zombada, criticada e até desmerecida por sua postura no julgamento, além de sua forma de se vestir; e do promotor assistente Christopher Darden, que também foi rechaçado e acusado pelo povo por ser negro e, supostamente, ter se voltado contra seus irmãos de raça.


Time dos sonhos retratado na série
Toda essa tenção sobre a promotoria foi provocada pelo então considerado "time dos sonhos ", liderados pelo advogado Johnnie Cochran, que defendia OJ e que transformou o julgamento de assassinato em um caso explicito de racismo das autoridades ,causando comoção nacional , que supostamente indiciavam Simpson por incentivo de uma policia racista que supostamente plantou provas para incriminá-lo.
    


OJ experimentando a luva que teria usado na noite do crime
A verdade é que os fatos relatados na série, muito conhecidos pelos Estado-unidenses, foi ilustrado de forma espetacular. Além de trazer debates como racismo, movimento negro, sexismo entre outros sub-textos no roteiro. A montagem dos personagens com figurinos extremamente similares a realidade, atores muito semelhantes aos personagens da vida real e excepcionalmente a atuação  que dispensa comentários de Sarah Paulson e Sterling K. Brown (premiado pelo SAG awards na categoria melhor ator coadjuvante), por trazerem a carga emocional as telas.





A mesma luva representada na série
Como já dito , a série traz diversos sub-textos no roteiro como o racismo, muito explorado pela defesa para salvar OJ do corredor da morte.Mas também o jogo de interesses dos advogados para defenderem um caso tão famoso ,simplesmente para obterem fama; assim como o preconceito que acontece internamente entre os negros; e para mim, o assunto ápice: o sexismo praticado sobre a promotora de forma a afetar diretamente as atitudes da personagem.








Também vale destacar uma observação muito curiosa em relação a série. Normalmente produções de vídeo existem tonalidades na imagem que revelam sobre o universo retratado, que normalmente permanecem ao longo de toda a produção,como na série "Hannibal" com um tom esverdeado. Ambientando o tom sombrio envolto de mortes sucessivas.

                                                                   Cena da série Hannibal


Em American Crime Story não existe uma cor predominante colocada na edição. A cada núcleo mostrado independente é possível diferentes tons como no caso da promotoria que foi adicionado um tom azulado, mostrando mais frieza e racionalidade. Paralelamente a isso a defesa de OJ possui um tom mais amarelado ambientando o discurso mais emotivo e calourado para livrar o réu. Observe:

                                                                                Promotoria


                                                                        Defesa
                                                       

Sarah Paulson e Sterling K. Brown como os promotores




O desfecho da série: o muito conhecido OJ Simpson é absolvido devido a comoção em que o país se envolveu. Todos os envolvidos com o "julgamento do século " tiveram seus efeitos colaterais e nós espectadores,mais uma vez, ficamos pasmos com essa novela escrita pela vida.

















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Marcia Clark e Christopher Darden os promotores




Quando se tem um filme com o meu ator favorito (Hugh Grant), uma das melhores atrizes da atualidade, Meryl Streep, e o fofo do Silmon Helberg, já era de se esperar que eu apenas tivesse lindas palavras para descrevê-lo. E eu, de fato, as tenho.

A obra foi baseada em uma história real. Florence era uma socialite que teve o seu primeiro contato com a música quando, ainda na infância, iniciou aulas particulares de piano. Casou-se aos 15 anos com seu primeiro marido de quem contrai sífilis, doença ainda sem cura na época, e alguns anos depois de se divorciar, conhece St. Clair por quem se apaixona e casa-se pela segunda vez. Com uma vida marcada pela filantropia, Florence,então, decide seguir a carreira de cantora lírica, mesmo nunca tendo aptidão para tal e contrariando tudo e a todos.

No filme, Floresce é protagonizada como uma mulher muito amável, alegre e excêntrica, que vive um dia após o outro com todas as suas energias. Sua felicidade em viver em um mundo cercado por música contagia a todos, e sua energia é tão positiva que danificá-la causaria uma comoção sem limites. Pelo menos, essa foi a forma que me senti quando Floresce pede ao seu marido,St. Clair, que contrate um pianista e um professor de canto para ensinar-lhe canto lírico. Como negar algo a alguém tão dócil? Como dizer "não" à paixão verdadeira de alguém? Como tirar o mais sincero brilho dos olhos de alguém, sabendo que se não o fizer, isso será a ruína do outro? Não sei como...

E se não fosse pelo seu MARAVILHOSO networking, Florence iria se frustrar(isso é obvio). Esse filme é a representação de que se você possui um bom relacionamento com os seu "contatos", mesmo você sendo uma péssima cantora, poderá acabar cantando no Carnegie Hall(eita lugar bonito,viu?), gravar um CD e ser elogiada por todos os seus amigos. A hipocrisia é discutida amplamente nesse filme.

Quem interpreta com maestria todas as reações ao ouvir as cantorias de Florence é o FABULOSO Silmon Helberg que conseguiu expremir de forma caricata tudo o que eu estava pensando no momento. Ele é a personificação do telespectador dentro do filme: Ele ri e julga Floresce do início ao fim, ele faz as perguntas que todos queremos fazer, e o mais importante...nos faz rolar de rir com suas caras e bocas.

Ele interpreta o novato pianista que Florence contrata para ajudá-la em suas aula de canto e, se torna o alívio cômico. A comédia é bem sutil (além de Florence já ser a comédia em si), como se os fatos engraçados fossem idênticos aos reais. Sabe aquela coisa boba que nos faz rir no cotidiano: o rosto de alguém, algo mal ouvido ou mal falado? Pois não, consegui relacionar esses momentos da minha vida com a sua hilária e sutil performance.

E,agora, o que dizer sobre o feito de Florence?  No início achei que seu sucesso foi resultado de bons contatos e, obviamente, devido a St. Clair que era totalmente devoto a realizar seus sonhos e desejos. Com o desenrolar da trama, passei a achar que sua fama vinha do sentimento de pena de terceiros: "Tadinha dela...está senil, deixa eu elogiá-la para ver se ela melhora" e, no final tirei minha conclusão: todos estavam ali, realmente, por ela, porém não da forma esperada. O público queria rir dela, a achava fora da normalidade. Uma hipocrisia fora do normal.

Conclusão:

O filme é divertido,leve e crítico. Os adoradores da estética amarão os figurinos glamourosos, a paleta de cores e o cenário da casa de Florence que, aliás pode-se fazer um post só sobre como os quadros são organizados, as mesas e cadeiras espalhadas, o gosto pela mistura de textura...Ah, muitos detalhes para serem apreciados!




                                                              Apenas uma nota




Não consegui assistir Neddless things-Trocas Macabras por completo, uma vez que não possuo nenhuma atração por esse estilo de filme, muito menos por Stephen King. Entretanto, um única cena junto com o seu conceito, me chamaram a atenção.
   Antes de tudo, deixe-me mostrar a sinopse:
Castle Rock, na Nova Inglaterra, é um lugar tranquilo para se viver. Mas a chegada de Leland Gaunt (Max von Sydow), um ser diabólico literalmente falando, desestabiliza a cidade através do preconceito, ódio, fraqueza e cobiça, provocando mortes e sofrimentos. Gaunt consegue isto através de uma loja de utilidades, que sempre tem algo especial para cada morador da cidade, que para conseguirem o que desejam pagam um preço simbólico e prestam um "favor" para Leland.        (retirado de filmow)


Pois não. Leland Gaunt, logo em sua primeira aparição, oferece a um menino, que acaba de adentrar sua loja por pura curiosidade, uma figurinha de um jogador de baseball e assim que este o pega, o fulgor do momento e todo o jogo passam por sua mente.  Isto o faz tentar  levar a figurinha de imediato, juntando todas as moedas em seu bolso e oferecendo ao negociante. Obviamente, as imagens que passavam pela cabeça do menino significavam algo para ele, seja por já haver presenciado um jogo de baseball ou por assisti-lo na tv. O que importa nessa cena é como a sensação de nostalgia é influente em nossas vidas. Muitas vezes não só a nostalgia em si, mas a experiência do momento: seja ele passado ou futuro.


Leland Gaunt (Max Von Sydow)
 O filme Total Recall (1990) estreiado por Arnold Schwarzenegger, precisei do google para escrever, já aborda esse fato quando o personagem Douglas, sonhando em viajar para Marte, contacta uma companhia que implanta a lembrança da viagem em seus clientes sem eles mesmo terem ido ao planeta vermelho. Isso só reforça como as experiencias e lembranças são importantes. O próprio parque de diversão Walt Disney explora isso com maestria, ao ponto de lançarem cursos para entender a filosofia(valores) por trás desse negócio. Não é nada difícil de se entender: O parque brinca com nossos sentimentos da infância; trás para o mundo real todos os personagens que sonhávamos em conhecer, entretanto, não compramos pacotes de viajem para só conhecê-los, o fazemos só ao imaginar como será vivenciar tudo aquilo, ou seja, almejamos uma experiêcia futura.

Poster do filme de 1990


 E é isso que empresas como Starbucks fazem conosco. Eles estão além de um simples expresso ( que meu deus do céu é bom de mais,socorro),  eles nos oferecem uma tranquilizante experiência com a tentativa de criar um ambiente confortável e, considerados por muitos hippester, com uma luz ambiente escura, Jazz nas caixas de som, cadeiras de madeira e decoração minimalista: típica de cafeterias. Eles tentam chamar seus clientes não apenas para um café, mas para trabalhar, conversar com os amigos e escrever, tanto que muitas vezes opto por tomar meu expresso nesse local só por relembrar as maravilhosas sensações que já vivi lá, ou seja, eles proporcionam, mais uma vez, a nostalgia de algo bom e reconfortante.

 Conclusão: já se ultrapassou a época em que exigia-se o produto em si ou o serviço, atualmente vende-se experiências, sejam elas futuras (Starbucks) ou passadas(Leland Gaunt).












 
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